4 abril 2025
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Conflito Épico entre Emicida e Fióti Agita o Cenário Musical!

A cantora Drik Barbosa solicitou sua saída da Lab Fantasma em um e-mail, após a notícia de que os irmãos Leandro Roque de Oliveira, conhecido como Emicida, e Evandro Roque de Oliveira, chamado de Fióti, encerraram sua parceria de trabalho devido a uma acusação de desvio de recursos. Esta decisão foi formalizada em uma mensagem enviada pela artista após Emicida informar em uma reunião que as atividades de Fióti estariam suspensas na Lab Fantasma.

No e-mail, que foi anexado pela defesa de Fióti a um processo judicial, a cantora expressou que sua carreira foi desrespeitada. A solicitação de saída ocorreu na véspera de uma apresentação dela no festival Lollapalooza, realizada no último fim de semana. Em sua mensagem, ela observou que o contexto de sua carreira não foi considerado, destacando que a situação gerou um desrespeito por sua trajetória, pela sua equipe e pela história que construiu em colaboração com a LAB e Fióti, que atuava como seu empresário.

Os motivos do rompimento foram revelados em um processo na 37ª Vara Cível de São Paulo. Partes do processo, que anteriormente estavam sob segredo de Justiça, tiveram essa restrição removida, permitindo o acesso a informações pela imprensa. De acordo com os documentos, Emicida alegou que Fióti transferiu 6 milhões de reais da empresa Lab Fantasma sem autorização. Fióti, por outro lado, questionou sua divisão dos lucros gerados pela empresa, que atua nos setores de música, entretenimento, vestuário, publicações e gerenciamento de carreiras de artistas.

Fióti se defendeu por meio de uma mensagem em suas redes sociais, afirmando que nunca desviou valores da Lab Fantasma ou das empresas associadas. Ele disse que todas as transações realizadas durante sua administração foram feitas de maneira transparente e conforme os procedimentos financeiros estabelecidos. Afirmou também que as alegações de desvio são falsas e distorcem os fatos, ressaltando que o próprio processo judicial contém documentos que confirmam seu uso correto dos recursos e que Emicida recebeu montantes superiores ao que era acordado.

De acordo com os registros do processo, até 2024, cada sócio detinha 50% da empresa, mas uma alteração posterior aumentou a participação de Emicida para 90%, reduzindo a de Fióti para 10%, citando “questões estratégicas e necessidades empresariais” como justificativa. Fióti alegou que foi removido indevidamente da empresa e solicitou uma revisão do contrato. A defesa de Emicida, por outro lado, alegou haver irregularidades na gestão da empresa. No início deste ano, Emicida afirmou que uma transferência de 1 milhão de reais ocorreu sem sua permissão, e um saque similar foi registrado em fevereiro. Após investigar essas movimentações, Emicida identificou a retirada total de 6 milhões de reais sem autorização.

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