3 abril 2025
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Suspeitos do Assassato de Advogado no Rio estão Conectados a Grupo Criminal de Adilsinho

A Polícia Civil, em parceria com o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), conduziu, na quarta-feira (2), uma operação visando desmantelar uma quadrilha associada ao contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Este grupo é considerado responsável pela morte do advogado Rodrigo Crespo, que foi assassinado a tiros no Centro do Rio no ano anterior. Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em diversos endereços em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, com a autorização do III Tribunal do Júri da Capital. O nomes Adilsinho, apontado como líder da quadrilha, permanece foragido. A Polícia Militar, através de nota, informou que a Corregedoria Geral da Corporação também está acompanhando as atividades em curso.

As investigações indicam que a organização criminosa envolvida não apenas participou do assassinato de Rodrigo Crespo, mas também está ligada a uma série de outras execuções no estado do Rio de Janeiro. Dentre as vítimas estão o miliciano Marco Antônio Figueiredo Martins, conhecido como Marquinhos Catiri, e o policial penal Bruno Killier, que era reconhecido por sua atuação no comércio ilegal de cigarros. O advogado Crespo foi morto no dia 26 de fevereiro de 2024, próximo à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), situada no Centro do Rio. O Ministério Público afirma que o homicídio foi motivado pela necessidade de assegurar a continuidade das atividades ilícitas do grupo.

No dia 26 de abril, o GAECO apresentou denúncia contra três homens pelo homicídio qualificado de Rodrigo Crespo, incluindo um policial militar entre os acusados. Conforme a denúncia, os suspeitos monitoraram a vítima e tiveram contato com ela antes e após o crime. Os três indivíduos já se encontram em prisão preventiva e serão submetidos a júri popular.

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